Enfim, o fim. Dias que não pareciam acabar, e dias que não queria que acabassem; porém, dias que acabaram. Dias de amor intercalados com uma dose de indiferença e outra de dor. Dias que marcaram, literalmente, os nossos corpos e almas. Difícil é pouco para definir esta decisão. Mas, "necessária" é a palavra que melhor a define. Este significa não apenas o próprio fim, mas o impedimento de um início de sofrimento prematuro. É quase impossível, e improvável, que eu consiga julgar essa escolha como correta, mas fez-se necessário dar tempo ao tempo. Como no passado, repetimos o mesmo erro: tudo ocorreu com uma velocidade demasiadamente acelerada; e desta vez, com um tempero especial de saudade.
Enfim, o fim. Talvez, apenas um fim, que termine sem ponto final, mas com reticências.