sábado, 17 de abril de 2010

O fascínio da sujeira.

Que mundo sujo!
Mais sujo do que uma poesia rodrigueana,
porque apesar de sujas,
são tão unicamente
fascinantes.
Que mundo sujo!
Porém,
unicamente
indescutivelmente
inevitavelmente
fascinante.
Mais até do que uma poesia rodrigueana.

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