sábado, 5 de junho de 2010

Vida de escritor.

Minha mão esquerda escorregou pelos meus cabelos crespos e grisalhos, enquanto a direita levava aquela chícara de café à boca. O líquido amargamente quente descia por minha garganta, esquentando assim todo o resto de corpo acordado; e mantendo meus olhos abertos pregados naquele papel ainda branco. Faltavam-me palavras para começar a completar a imensidão vazia. Faltava-me inspiração. Outra vez! Não aguentava mais aquele sono consumindo meu corpo. Meus olhos fechavam-se involuntariamente, resultando em cochilos não satisfatórios.
Talvez fosse melhor deixar para amanhã. De novo...

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